PERFIL DO CONHECIMENTO DOS ESTUDANTES DA ÁREA DE SAÚDE DA UFC SOBRE TOXOPLASMOSE E PREVENÇÃO DESSA AFECÇÃO - XIX Encontro de Extensão

 


Orientador: Eliane Silva de Oliveira

Autor Principal: Eduardo de Oliveira Ramalho

Co-autores:Eliane Silva de Oliveira; Yuri Rodrigues Rocha; Pedro Rogério Batista Mendonça de Alencar; Urian Amorim Pontes; Fernando Kennedy Pereira Chaves

Apresentação: Pôster

INTRODUÇÃO: A Toxoplasmose é uma doença bastante prevalente no estado do Ceará, destacando-se a transmissão sobretudo a pacientes imunodeficiente, como a Neurotoxoplasmose. Nesse ínterim, avaliar o conhecimento dos estudantes da área de saúde da UFC e informar-lhes a prevenção e o tratamento dessa doença pode significar mecanismo importante de se evitar a incidência da afecção.

OBJETIVOS: Avaliar o nível de conhecimento dos estudantes da área de saúde da UFC sobre Toxoplasmose e fornecer conhecimentos científicos sobre o tema.

METODOLOGIA: Foi realizada uma pesquisa não-probabilística por conveniência através da aplicação, por membros da HISTOLIGA (Liga de Histologia e Embriologia Humanas), de questionários avaliando os conhecimentos dos estudantes da área de saúde da UFC sobre a Toxoplasmose no Campus de Porangabussu, entre os dias 30/08/2010 e 02/09/2010. Em seguida, foram dadas informações sobre a prevenção e o tratamento dessa afecção. Ao todo, foram 52 entrevistados.

RESULTADOS: 100% dos alunos já ouviram falar sobre a doença. Dos que ouviram falar sobre a doença, 100% disseram acertadamente ser o gato o animal doméstico hospedeiro definitivo. 63,5% afirmaram, ainda, não possuir hábito de risco para infecção por Toxoplasmose. Entretanto, 36,5% dos que afirmaram ter ouvido falar sobre a afecção possuem algum desses hábitos.

CONCLUSÃO: No geral, os estudantes da área de saúde têm um nível satisfatório de conhecimento sobre a doença e estão aptos a informar à população sobre tal patologia. Todavia, o fato de existirem ainda entrevistados possuidores de hábito de risco para a infecção mesmo conhecendo a Toxoplasmose justifica a utilidade de se fazer atividades de extensão que primam pela prevenção e pela promoção de saúde.